Consultório, perícia, psiquiatria e a mentoria de R$ 30 mil crescendo pelo mesmo perfil — com conteúdo autêntico, tráfego segmentado em dois funis e um agente de IA que qualifica cada seguidor.
"Sou médica — medicina de família, ocupacional, perícia judicial e psiquiatria. Trabalho na Continental como gerente de saúde e segurança, tenho consultório e faço mentoria nas quartas à noite. E ainda tenho duas filhas."
— Dra. Adriana, na nossa conversa de 20 de julho. É exatamente essa a força: uma médica com muitas frentes. Esta proposta constrói a marca única que faz todas elas crescerem juntas.A análise que a Nobox fez do seu digital deu nota 62/100 — e mostrou exatamente onde está o gargalo. Três fatos definem o momento.
Na análise, autoridade 84/100 e posicionamento 78/100 — as notas mais altas. Credenciais raras e bem exibidas: CRM-PR 24368, RQE em medicina do trabalho e da família, perícia judicial e psiquiatria. O público já reconhece quem você é.
Mesma análise: conversão 38/100 e alcance inconsistente 55/100. Reach 100% orgânico, zero tráfego pago. Sem CRM ligando o lead ao paciente ou ao mentorado, sem medir custo por lead. A audiência existe — o funil que a converte, não.
@dra.adrianapacholok (~2.085 seguidores) e @nexo.mentoria (~128) operam separados, sem cruzar funil. Investimento e energia divididos entre duas páginas — e, como você mesma disse, "alimentar duas páginas ao invés de uma" é o que trava a constância.
O modelo não é achismo — é o que já aconteceu no orgânico, agora com método por trás.
Como saiu na reunião: "quando você já tem autoridade de muitos anos, tem gente que te acompanha doida pra comprar algo de você." Os 3 mentorados da mentoria de R$ 30 mil vieram 100% orgânico — uma de uma palestra, uma ex-colega, uma que te achou no Instagram. Sem um único anúncio. Isso é procura esperando um funil.
É um público que investe pesado na carreira ao longo dos anos. Um produto de R$ 30 mil tem quem pague — e a ambição é escalar Brasil e Argentina, onde tem "muito médico querendo migrar pra perícia."
A régua de mercado: abordar ~100 seguidores → 10-15% respondem → ~metade se interessa → 1-2 reuniões de venda → fecha. Uma reunião por dia você dá conta — e ELA fecha. Com 2 mil seguidores já qualificados, é volume esperando abordagem.
Topo de funil — você como médica, mãe, empreendedora, opiniões (saúde mental, TDAH, autismo), tênis, música — traz seguidor barato. O tráfego pago faz o resultado não depender só de o orgânico "dar certo". A referência de formato autêntico que você curte: Robert Rezende.
Cinco frentes, uma régua só: retorno sobre o investimento — e um método que atravessa todas elas: tecnologia + IA + gente da Nobox no comando. Cada pilar existe porque a reunião mostrou que faltava.
Unificar tudo em @dra.adrianapacholok como marca-mãe, no lugar de dois perfis-ilha. Concentra o investimento, cresce mais rápido no algoritmo e simplifica a gestão. Fim de alimentar duas páginas ao mesmo tempo.
16 conteúdos/mês. Você como médica, mãe e empreendedora — opiniões, tênis, música, saúde mental — pra trazer audiência, não só técnico. Você grava (iPhone 15 Pro Max, no estilo Robert Rezende); a Nobox faz estratégia, roteiro, copy, edição e agendamento.
Pelo mesmo perfil, dois destinos: Clínica — campanhas locais e recorrentes → pacientes (presencial + online); e Mentoria/Médicos — Brasil e Argentina → médicos pro funil de R$ 30 mil. O anúncio leva cada público ao lugar certo sem confundir a audiência.
Um agente de IA recebe cada seguidor novo e qualifica — paciente pra clínica, médico pra mentoria —, conduz e agenda. Você fecha. Aborda 50-100 por dia, com uma pessoa da Nobox no comando. É o motor que ativa a demanda reprimida que já existe.
Separa funil clínica × funil mentoria, mede custo por lead e retorno real, e reativa a base: "mandar mensagem pros pacientes que vieram e não fecharam, ou pros que precisam retornar." A gestão sai da bagunça do WhatsApp.
A Nobox roda uma plataforma de agentes de IA — e você ganharia o seu próprio agente de operação, treinado na sua marca: seus temas, seu tom de voz, os dois funis. Ele acelera a operação de conteúdo e tráfego 24/7, sempre com uma pessoa da Nobox no comando — revisando, calibrando e decidindo. É o que faz a operação ser rápida, consistente e enxuta sem perder o toque humano. Vem incluso (R$ 0), como diferencial da casa.
A plataforma que junta marca, dados e execução num lugar só — rápida e consistente.
O agente da Adriana faz o volume e a velocidade: roteiros, variações, leitura de tráfego o tempo todo.
Gente da Nobox faz a estratégia e o julgamento — a IA nunca vai no automático.
A IA faz o volume e a velocidade; o humano faz a estratégia e o julgamento. A marca ganha os dois — decisão por dado, IA e curadoria humana, não achismo de agência tradicional.
Não confundir com o Nobox DM. Este é o agente de operação, incluso, que roda os bastidores de conteúdo e tráfego. O agente que conversa e qualifica os seus seguidores é o Nobox DM (social selling) — esse é o item D do plano, cobrado à parte.
Antes de falar de preço, o critério — o que separa decisão por dado, IA e curadoria humana de simplesmente "impulsionar post".
Número, não achismo: ticket médio, volume de vendas e taxa de conversão. É assim que a gente decide onde a mentoria de R$ 30 mil e o consultório recebem verba.
Como você mesma reconheceu: quando concentra tudo num perfil só, "a página cresce mais rápido no algoritmo". Verba e energia num lugar só convertem; espalhadas em duas páginas, evaporam.
Médica falando como médica, mãe e empreendedora — o que converte e o que você aguenta sustentar. Nada de "ficar forçando um personagem que você não é". Topo de funil autêntico, no seu ritmo.
O tripé da casa: a IA faz o volume e a velocidade; a gente da Nobox faz a estratégia e o julgamento. Rápido e consistente, sem perder o toque humano.
Seguidor por vaidade não paga conta. A gente mede custo por lead e retorno real — escala o que prova, corta o que não prova. O relatório mostra o que importa.
A espinha da proposta: parar de dividir energia e dinheiro entre dois perfis, e concentrar tudo na marca @dra.adrianapacholok — sem deixar de atender clínica nem mentoria.
Dois perfis operando em paralelo, sem cruzamento de funil:
Um perfil só como marca-mãe, e o tráfego pago faz a segmentação:
Executivo de conta dedicado. Um ponto único responsável pela sua marca — você não fica conversando com gestor de tráfego, editor e social separados. Uma pessoa centraliza e conhece o seu jeito. É o one stop shop: você cuida da medicina, a Nobox cuida do marketing inteiro.
Reunião semanal + grupo de WhatsApp. Uma reunião por semana pra calibrar conteúdo e tráfego, e acompanhamento diário no grupo. Você nunca fica no escuro entre um encontro e outro.
Plataforma de acompanhamento + relatórios de tráfego. Quanto investiu, custo por lead, retorno — em tempo real. Decisão por dado, do começo ao fim.
Compromisso anual · 12 meses. Marca e funil não são tiro de um mês — doze meses dão o tempo de virar referência. (A confirmar com você no fechamento.)
Preto no branco, antes de qualquer valor. Cada frente diz o que está incluso e o que não está — pra não sobrar dúvida no que você contrata.
A captação/gravação dos conteúdos — você grava (iPhone 15 Pro Max). Ponta Grossa é longe, a Nobox não filma em campo; se precisar de algo profissional, a gente direciona alguém da região.
O fee de gestão não muda quando você escala a mídia. Você investe até R$ 10.000/mês, pago direto às plataformas. Não é fee da Nobox e fica 100% na sua conta.
Igual à Clínica: o fee é fixo, a mídia é à parte (até R$ 10.000/mês), paga direto às plataformas e 100% na sua conta. As duas frentes de mídia nunca se somam ao fee.
Marque o que faz sentido — o total recalcula na hora. O que é fee da Nobox e o que é verba de mídia nunca se confundem.
Chama o Rodrigo no WhatsApp com um "aprovado" — a gente alinha o kickoff, desenha o agente com você e a estruturação começa.
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